sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
Me mal tratou..
Diga-me então, caro rapaz, por que fizeste isso comigo? Por que me deixaste sozinha naquela escuridão? Por que não voltaste como falou? Eu fiquei ali naquele escuro que me fizera chorar cada vez mais, me via ali sem você, apenas com lembranças, digo a ti que realmente são as melhores, mas onde estas? Onde te encontro? Aqui estou suplicando por tua presença, onde você esta, que mesmo de tão longe ou tão perto, me mal tratas? Sempre pensei cá com meus botões que você me amava, agora me diga, eu estava certa? Preciso de respostas, que tal você, meu rapaz, me dizer em que devo acreditar, que tal me mostrar um novo caminho? Mas antes de me levantares e me levares daqui, prometa-me que estarás comigo durante a eternidade, que não me deixarás mais no escuro que me fizera chorar sempre, diga-me que me ama, e tasque-me um beijo carinhoso de meus lábios, e com o continuo da história diga que me fará feliz, pois eu, meu caro e bom rapaz, te fizera o ser mais feliz do mundo!
Acredite!
Acredite, a vida te ensina a amar a pessoa certa, te ensina a perdoar sempre que puder, e ela vai te dar a liberdade para falar o que vier, ela simplesmente vai te mostrar o caminho, cabe a você segui-lo ou não, ela vai te mostrar oportunidades, e se é o que você quer realmente, você vai agarra-las com toda força, talvez você não acredite em destino, como eu acredito, mas ele no proporciona momentos inesquecíveis, que talvez, se apenas um mero detalhe de tudo que ocorreu não tivesse acontecido, exatamente talvez nada teria ocorrido, mas meu 'destino' tem nome, e é Deus, quem sabe você não acredite nele, ai vai da sua opinião, mas acho que que ele é a peça chave pra tudo que você queria que aconteça, a fé move moinhos, e mover montanhas já não é tão difícil assim, se você acredita que um dia tudo vai acontecer, se você tem fé e além de tudo luta por isso, acredite que o nosso senhor Destino vai nos ajudar, não se lamente se agora não deu certo, ele sabe a hora que deve ser, sabe, até hoje eu espero para que uma pequena mais muito significativa coisa aconteça para mim, eu acredito muito que um dia de tudo certo, que tudo se reencontre, e eu luto para isso, então lutem, e tenham grande fé e esperança que tudo vai dar certo!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Momento Carlos Drummond
“Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos. Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelho (infiel) do dicionário. O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. Tudo que se faz sem você, porque com você não é possível contar. Você esperando que os outros vivam para depois comentá-los com a maior cara-de-pau (“com isenção de largo espectro”, como diria a bula, se seus escritos fossem produtos medicinais). Selecionando os retalhos de vida dos outros, para objeto de sua divagação descompromissada. Sereno. Superior. Divino. Sim, como se fosse deus, rei proprietário do universo, que escolhe para o seu jantar de notícias um terremoto, uma revolução, um adultério grego – às vezes nem isso, porque no painel imenso você escolhe só um besouro em campanha para verrumar a madeira. Sim, senhor, que importância a sua: sentado aí, camisa aberta, sandálias, ar condicionado, cafezinho, dando sua opinião sobre a angústia, a revolta, o ridículo, a maluquice dos homens. Esquecido de que é um deles. Ah, você participa com palavras? Sua escrita – por hipótese – transforma a cara das coisas, há capítulos da História devidos à sua maneira de ajuntar substantivos, adjetivos, verbos? Mas foram os outros, crédulos, sugestionáveis, que fizeram o acontecimento. Isso de escrever O Capital é uma coisa, derrubar as estruturas, na raça, é outra. E nem sequer você escreveu O Capital. Não é todos os dias que se mete uma ideia na cabeça do próximo, por via gramatical. E a regra situa no mesmo saco escrever e abster-se. Vazio, antes e depois da operação. Claro, você aprovou as valentes ações dos outros, sem se dar ao incômodo de praticá-las. Desaprovou as ações nefandas, e dispensou-se de corrigir-lhe os efeitos. Assim é fácil manter a consciência limpa. Eu queria ver sua consciência faiscando de limpeza é na ação, que costuma sujar os dedos e mais alguma coisa. Ao passo que, em sua protegida pessoa, eles apenas se tisnam quando é hora de mudar a fita no carretel. E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia… explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? Que sentir ou ruminar, se não nos concedem tempo para isso entre dois acontecimentos que desabam como meteoritos sobre a mesa? Nem sequer você pode lamentar-se pela incomodidade profissional. Não é redator de boletim político, não é comentarista internacional, colunista especializado, não precisa esgotar os temas, ver mais longe do que o comum, manter-se afiado como a boa peixeira pernambucana. Você é o marginal ameno, sem responsabilidade na instrução ou orientação do público, não há razão para aborrecer-se com os fatos e a leve obrigação de confeitá-los ou temperá-los à sua maneira. Que é isso, rapaz. Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. Concluiu que não há assunto, quer dizer: que não há para você, porque ao assunto deve corresponder certo número de sinaizinhos, e você não sabe ir além disso, não corta de verdade a barriga da vida, não revolve os intestinos da vida, fica em sua cadeira, assuntando, assuntando… Então hoje não tem crônica.”
| — | Carlos Drummond de Andrade. |
domingo, 2 de dezembro de 2012
Christina Perri - A Thousand Years
E cada momento que passei ao seu lado, não
foram apenas momentos, foram os melhores, cada sorriso, cada lagrima,
impossível descrever tudo o que aconteceu em tão pouco tempo, mas aconteceu,
disso eu tenho certeza, isso ninguém pode me provar ao contrario, porque
realmente eu estava lá, presente de corpo e alma, e hoje estou presente apenas
em lembranças!
Você se foi
Instantaneamente você se foi, o coração partido se recuperou, mais
ficou com cicatrizes, das quais se abriram em feridas quando a esperança nele
se criou novamente, mas dessa vez ele(coração) não quer apenas curativos ou
cicatrizes, ele quer a cura, o antídoto pra tanta dor, aquele que só você possui
sabe, desculpe se pareço desesperada, mas é que a menina esta ferida, esta
chorando, dizendo que nada vai dar certo de novo, que talvez essa dor vire uma
cicatriz outra vez, mas ela não quer isso, ela chora num cantinho quente, e
permanece lá quietinha para ninguém dar palpites, mas ela me procurou, foi
correndo me pedindo para falar com você, para que volte pra ela, para que seja
como antes, na mesma intensidade, com o mesmo amor, ela sabe que não será assim
tão fácil, mas ela me disse que fará tudo que ela puder fazer, e ela lutara até
o fim por esse amor. Talvez você não acredite, mas ela quer apenas que isso se
resolva, por em quanto ela se encontra no mesmo cantinho quente, não espere
motivos concretos pra ajuda-la, apenas seja o motivo para ela sair daquele
canto e sorrir novamente!
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